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Demanda por ativos logísticos segue sustentada no início de 2026
O mercado brasileiro de galpões logísticos iniciou 2026 mantendo fundamentos sólidos. A demanda por ativos modernos continua sendo impulsionada principalmente pelo crescimento do e-commerce, expansão de operadores logísticos (3PL) e pela necessidade das empresas em tornar suas cadeias de distribuição mais eficientes e regionalizadas.
Nesse cenário, os condomínios logísticos classe A e A+ seguem como os ativos mais procurados pelo mercado, oferecendo infraestrutura adequada para operações modernas de armazenagem e distribuição, com maior eficiência operacional e tecnológica.
Vacância em patamares historicamente baixos.
Após um ciclo de forte absorção ao longo dos últimos anos, a taxa de vacância nacional permanece em níveis reduzidos, próxima de 7%, um dos menores patamares da série histórica do setor.
Mesmo com a entrega de novos empreendimentos em diferentes regiões do país, a absorção líquida continua elevada, mantendo o mercado relativamente equilibrado.
Evolução da Vacância – Galpões Logísticos no Brasil

*Estimativa início do ano
Valores de locação seguem pressionados
A combinação entre baixa vacância, custos elevados de construção e forte demanda por ativos logísticos modernos tem sustentado o aumento gradual dos valores de locação.
Evolução do Preço Médio Pedido (R$/m²)

*Estimativa início do ano
Região Metropolitana de São Paulo ganha protagonismo
A logística urbana tem ganhado relevância nos últimos anos, especialmente com o crescimento das operações de last mile.
Na Região Metropolitana de São Paulo, ativos localizados em um raio de até 15 km da capital apresentam vacância ainda menor, refletindo a escassez de terrenos e a alta demanda por espaços próximos ao consumidor final.
Esse movimento tem incentivado novos projetos logísticos em regiões estratégicas conectadas aos principais eixos rodoviários.
Expansão para o raio 60 ganha relevância em 2026
Paralelamente à forte demanda por ativos de last mile, observa-se o início de um movimento consistente de expansão logística para regiões localizadas em um raio de até 60 km da capital, especialmente ao longo de eixos como a Rodovia Presidente Dutra (Vale do Paraíba).
Projetos recentes de grande escala, com ocupações superiores a 100 mil m², indicam uma migração gradual da demanda para localidades com maior disponibilidade de terrenos e custos mais competitivos.
Esse movimento tende a se intensificar ao longo de 2026, impulsionado pela combinação entre a escassez e o alto custo de áreas no raio 30, e a necessidade das empresas de equilibrar eficiência logística com redução de custos operacionais.
Principais Tendências para 2026
Fonte: Análise produzida por João Donadi – Corretor Industrial e Logístico da Herzog Imobiliária, empresa referência em inteligência e consultoria imobiliária – com base em dados de mercado (Pesquisa de Mercado Herzog Imobiliária, Revista Buildings, Forbes, Mundo Logística e Metro Quadrado).
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